
O Cristiano é um bom jogador de futebol. Não é o melhor do mundo nem nada que se pareça. Talvez fosse bom, neste país de asininos, informar a manada deste simples facto. Para além de não resolver em nenhum jogo importante e, nalguns, ainda complicar (caso da última final da Champions), é um péssimo exemplo para a pequenada pela ostentação pirosa da riqueza e institucionalização, nestas últimas semanas, do princípio de que os contratos só são para cumprir se não aparecer alguém a dar mais. A tudo isto assiste o país numa transe acrítica induzida pela tese de que partilha a nacionalidade com o melhor do mundo. Não partilha e diz mais acerca de nós do que muitos tratados de sociologia.
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